Não importa se você é um morador local ou um turista, explorar os restaurantes de Príncipe Real definitivamente é uma experiência que você não pode perder. Após uma refeição satisfatória, você pode aproveitar para dar um passeio pelas ruas encantadoras do bairro e descobrir as lojas de produtos gourmet e os mercados locais. Não importa se você está em busca de um jantar romântico ou de uma refeição descontraída com amigos, este bairro gastronômico tem opções para todos os gostos.
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A Tasquinha em Camarate destaca-se pela comida tradicional portuguesa a preços acessíveis. O restaurante e cafetaria À Esquina Do Magalhães em Coimbra destaca-se pelo serviço amigável e… Pode resultar numa agradável surpresa, com comida saborosa e caseira a um preço justo, ou numa profunda desilusão, marcada por um serviço deficiente e uma qualidade questionável. É o local ideal para quem valoriza mais a localização e a informalidade do que um serviço impecável ou uma cozinha de autor. Analisando os dois lados da moeda, torna-se claro que o Príncipe Real não é um restaurante para todos os públicos. A percepção é que, apesar de poder ter sido renovado, a mentalidade de “barracão de praia” persiste, não havendo uma preocupação consistente com a manutenção e a limpeza que eleve o padrão do estabelecimento.
O espaço
Não faltam os ibéricos nem os huevos rotos ou a tarta de queso para acabar. O menu é feito de clássicos e uma carta de vinhos maioritariamente biológica, com propostas portuguesas e italianas. O restaurante mexicano fechou, mas em 2021 abriu este Leonetta, uma espécie de gastroteca italiana com massa fresca feita à mão todos os dias. As pizzas, estrelas da casa, são feitas pelo método poolish, com fermentações naturais longas da massa, três tipos de farinha e controlo minucioso da temperatura. A entrada da pizzaria Zero Zero é um deleite e para verdadeiros apreciadores de comida italiana, com uma pequena charcutaria com queijos e enchidos.
Ele entrou em modo restaurante principe real de pausa, enquanto o antigo dono tentava vender o espaço. Os consumos na cidade mudaram de forma acelerado e Bruno admite que o velho Pub não soube reinventar-se a tempo. Com a rua a cair também, fomos caindo.
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O menu do Sumaya é grande e muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. Como seria de esperar num restaurante do género, não falham os pratos frescos como o sashimi de turbot ou o ceviche de lírio. A carta também teve direito a um upgrade pela chef Joana Duarte, que passou pelo Tapisco como sous-chef. Se a esplanada continua igual a sempre, lá dentro mudou tudo, estando o espaço agora mais funcional (finalmente há ligação entre café e restaurante) e moderno. O espaço é pequeno, mas é sempre possível encomendar para casa, havendo até a possibilidade de os comprar congelados. É um clássico de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo.
The Bar
Se for mais de cocktails, os do Zazah têm dedo da Liquid Consulting de Kiko Pericoli. A garrafeira é outro dos pontos fortes do espaço, cuja curadoria de arte foi feita por Paulo Herknhoff, um crítico e historiador de arte brasileiro que é, também, curador do MoMa. Mas o melhor fica para o fim com três cones de brigadeiros, que misturam brigadeiro branco e negro (5€) ou o escondidinho doce, com gelado de manjericão escondido por espuma de avelã e toque de flor de sal (5€). O primeiro impacto, assim que se entra no espaço, é o mapa que traça a descoberta do Brasil pela Companhia das Índias, obra do artista João Louro e que representou Portugal na Bienal de Veneza.
- A cozinha é internacional com mão francesa e o menu vai tendo novidades conforme a estação.
- Desde os famosos pastéis de bacalhau até pratos de frutos do mar frescos, cada mordida é uma explosão de sabores autênticos que deixarão você com água na boca.
- Com uma variedade de opções que vão desde pratos típicos a criações inovadoras, essa região se destaca como um verdadeiro paraíso para os amantes da boa mesa.
- As manhãs no Príncipe Real combinam o melhor da cultura dos cafés portugueses com tendências internacionais de brunch.
- Por exemplo, locais com esplanada sombreada são perfeitos para tardes amenas, e espaços interiores com design contemporâneo são normalmente procurados por quem valoriza a apresentação do prato e a carta de vinhos.
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Ideal para aqueles que gostam de comidas menos processadas e naturais, o Clube Lisboeta, apesar de parecer uma discoteca quando visto de fora, tem um interior bastante iluminado e sofisticado. Há 11 opções de massa fresca, oito de pizza, saladas e as sobremesas mais conhecidas de Jamie. Afinal, é bom aproveitar os dias lá para se deliciar na gastronomia local e o Faz Frio é a melhor opção do Príncipe Real para isso.
A carta de vinhos tem uma oferta variada, tal como o vinho Consensual Reserva, da zona do Douro, uma seleção da casa que pode ser servida ao copo (5€) ou ainda optar pela garrafa (19€). Se a entrada de peixe estava temperada no ponto, fresca, com sabores cítricos a deixarem o paladar a ansiar por mais — e foi mesmo a estrela de toda a refeição para mim —, o taco de novilho também consegue a classificação de cinco estrelas com uma carne bem temperada e uma tortilha de milho crocante. Cada vez mais os hotéis querem abrir-se aos não hóspedes, rentabilizando assim as valências, desde os restaurantes aos spas. Tem um daqueles nomes que não permite mesmo espaço para enganos, o que é óptimo sobretudo a partir de certa hora, caso tenha excedido o número ajuízado de cocktails. Passados 60 anos, o histórico bar e restaurante da Rua do Século, inaugurado em 1964, foi comprado pelo grupo que detém o Café de São Bento. O Royal Vessel é um bar inspirado na herança marítima portuguesa e serve cocktails à moda antiga.